Mapeamento de Abelhas Nativas sem Ferrão – Belo Horizonte e Região Metropolitana
abr26

Mapeamento de Abelhas Nativas sem Ferrão – Belo Horizonte e Região Metropolitana

Prezados meliponicultores e amantes das abelhas, a AME-Minas está fazendo um mapeamento das abelhas nativas em  Belo Horizonte e região metropolitana, em que as colmeias estejam em áreas urbanas (árvores, muros, postes, etc). Esse mapeamento tem como objetivo solicitar aos órgão municipais a realocação das colmeias durante o processo de poda e supressão de árvores. A prefeitura de Belo Horizonte está com um grande projeto para poda de árvores e não podemos deixar que nossas queridas abelhas nativas sejam destruídas, por isso contamos com a ajuda de todos para nos ajudar a mapear as colmeias para que possamos solicitar uma realocação. Para colaborar com a iniciativa é simples, basta tirar fotos da entrada da colmeia, das abelhas e do local onde estão e enviar no formulário disponível no link abaixo: MAPEAMENTO DE ABELHAS NATIVAS Temos certeza que com a ajuda de vocês conseguiremos salvar várias...

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Resgate Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)
abr09

Resgate Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Nesse final de semana a AME-Minas foi acionada para fazer o resgate de uma colmeia de abelhas Jataí que fizeram seu ninho na portaria de um prédio. Como era um local de grande circulação de pessoas, as abelhas estavam incomodando os moradores que circulavam no local diariamente. Com isso foi solicitado à síndica que a entrada fosse vedada. Preocupada em salvar as abelhas, uma moradora do condomínio entrou em contato com a associação solicitando ajuda. Então hoje, após nossa reunião mensal fomos até o local e fizemos o resgate da colmeia, transferimos para uma caixa racional e orientamos os moradores a vedar as frestas para que novos enxames não ocupem o mesmo local. Conversando com a moradora que nos contatou demonstrando preocupação com a possível morte das abelhas, sugerimos que ela ficasse com o enxame já que prezava tanto pelo bem estar das abelhas que ali viviam. Ela aceitou, nos convidou para conhecer seu apartamento para decidir um bom local para ser a nova morada das Jataís e pediu materiais para estudar e aprender mais sobre a criação das abelhas nativas sem ferrão. Provisoriamente o exame foi levado para que as abelhas não voltem para a antiga morada e se recuperem da transferência. Em breve retornaremos com ele para a casa de sua nova dona. Abaixo uma foto dos membros da AME-Minas que foram fazer o resgate, da moradora que solicitou nossa ajuda com as abelhas, que em breve estarão sob seus cuidados e da síndica que nos deu total apoio no resgate. Muito obrigado por nos ajudar a salvar mais um enxame Mariana! Que sua atitude sirva de exemplo para que cada vez mais pessoas se conscientizem da importância das nossas queridas abelhas nativas sem...

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Resgate abelha Arapuá (Trigona spinipes)
jan05

Resgate abelha Arapuá (Trigona spinipes)

Nesta terça feita  03/01/2017, Eurico e Vinícius compareceram ao bairro Piratininga – Belo Horizonte – MG para resgatar uma colônia de abelha Arapuá (Trigona spinipes). Foi solicitada ajuda à AME-Minas pois as abelhas estavam em local de grande movimento e incomodavam muito as pessoas e os bombeiros que foram acionados previamente disseram que não poderiam fazer a remoção. Após escurecer foi iniciado o processo de resgate. Foi tampada a entrada da colônia com palha de aço e podados alguns galhos da goiabeira para expor melhor a colônia. Depois, com um saco plástico que continha um respiradouro, a colônia foi envolvida antes de ser cortado o galho que servia de suporte. Cortado o galho com a colônia, ambos foram transportadas para o novo local. Com a remoção do um enxame que provavelmente seria queimado ou envenenado se não fosse resgatado, a AME-Minas começa bem o ano colocando em prática seu principal objetivo que é a preservação das abelhas nativas sem ferrão, independente da espécie! O trabalho de resgate não pôde ser filmado/fotografado porque foi feito a noite mas seguem algumas fotos de onde estava a colônia e de seu novo local, agora em segurança e sem riscos.  ...

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Jataí-da-Terra (Paratrigona subnuda)
fev28

Jataí-da-Terra (Paratrigona subnuda)

A A Paratrigona subnuda é popularmente conhecida como Jataí-da-Terra ou Mirim-sem-Brilho. É uma espécie muito mansa, de fácil manejo, frequentemente encontrada nas flores. Constrói seu ninho subterrâneo, ocupando panelas abandonadas de saúvas, cujos ninhos foram destruídos. Para localizar o ninho no solo, é preciso cavar cuidadosamente seguindo o tubo de entrada. As rainhas virgens andam livremente pela colmeia, sendo encontradas ocasionalmente em repouso nos potes de alimento vazios. Já os machos formam grupos dentro da colmeia, muitas vezes, junto ao depósito de detritos da colônia. Ocorrência A abelha Jataí-da-Terra é encontrada em Minas Gerais, no Paraná, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo. Morfologia Esta espécie possui a cabeça negra e o corpo alaranjado, com asas maiores que a extensão corporal, o que é comum nas meliponas. Ninho Conforme já dito, o ninho da Paratrigona subnuda é subterrâneo e pode estar desde 40cm da superfície do solo até mais de 1m. Esta espécie abre a entrada do ninho, pela manhã, e a fecha, ao anoitecer, quando terminam as suas atividades. O tubo de entrada do ninho é construído com cerume. No interior do ninho, as células de cria são construídas em baterias de até 26 células, nas colônias fortes. Os favos têm sempre a forma espiral. Em volta do favo, há alguns potes ovoides para o depósito de alimento (mel e pólen), bem como um invólucro formado por várias camadas de cerume. Na parte de baixo dos favos, há um depósito de detritos consistente, onde muitos machos ficam. Isso acontece, pois o lixo libera calor, temperatura preferida pelos machos, que vivem em grupos nos locais mais quentes dos ninhos. Mel O mel da Jataí-da Terra é muito saboroso e suave, além de possuir propriedades medicinais. Uma curiosidade Às vezes, encontramos rainhas virgens que se escondem em potes vazios de alimento. Fonte: CPT 28/02/2015...

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Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris)
fev28

Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris)

A Melipona rufiventris é uma abelha social brasileira, da tribo dos meliponíneos. É conhecida popularmente como Uruçu-Amarela, Tujuba, Tujuva, Tiúba, Tiúva e Teúba, nomes populares que também podem ser utilizados para outras espécies do mesmo gênero, como é o caso da Melipona fasciculata, também chamada de Tiúba no Estado do Maranhão. Vive em colônias grandes, sendo pouco agressiva, cujo comportamento defensivo é beliscar a pele. A sua raridade, tanto na natureza quanto na meliponicultura racional, tem elevado os custos de aquisição de novas matrizes, mas, mesmo assim, é uma das espécies viáveis com grandes possibilidades, principalmente para divulgação da atividade, pois sua beleza chama muito atenção. Ocorrência A Uruçu-Amarela é encontrada na Bahia, no Espírito Santo, em Goiás, em Minas Gerais, no Paraná, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina e em São Paulo. Morfologia Essa espécie apresenta o tegumento com a coloração variando do negro ao ferrugíneo, com o corpo coberto de pelos ferrugíneos/amarelados. Ninho As colônias da Uruçu-Amarela podem chegar a uma população de 5 mil abelhas. Esta espécie nidifica preferencialmente em ocos de árvores. A entrada do ninho é localizada no centro de raias convergentes de barro e permite que apenas uma abelha entre ou saia de cada vez. As células de cria são horizontais ou helicoidais, não ocorrendo células reais. O invólucro está presente e é constituído de várias membranas de cerume. Os potes de alimento possuem cerca de 4 cm de altura. Mel Em áreas de boa florada, há grande capacidade produtiva da Uruçu-Amarela, chegando facilmente na casa dos 10kg de mel/ano. Além de ser um mel bastante procurado, pois é muito saboroso. Fonte: CPT 28/02/2015...

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Tubuna (Scaptotrigona bipunctata)
fev28

Tubuna (Scaptotrigona bipunctata)

  A abelha Tubuna, também conhecida como Mandaguari Tubuna, pertence ao grupo das Trigonas (sem ferrão). É uma abelha bastante agressiva que, ao ser ameaçada, solta um grude, principalmente nos cabelos, além de mordiscar a vítima com suas mandíbulas. Pode viajar mais de 1 km à procura de uma nova morada: caixas de madeira velha, ocos em arvore e muros. Essa espécie concentra  suas atividades pela manhã, evitando forragear nas horas mais quentes do dia. Seu ninho tem o formato da entrada como um tubo, um funil ou uma trombeta. Ocorrência A abelha Tubuna é encontrada em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina. Morfologia Essa espécie possui coloração negra e brilhante, com as asas bem negras, ou fumadas, e o abdômen negro, com 2 pontos na cor prata (ou 1 listra prata). Ninho A entrada do ninho da abelha Tubuna possui forma de funil e é construída com cerume escuro. Essa espécie não fecha a entrada à noite, como algumas meliponas o fazem. Os favos de cria são construídos helicoidalmente, mas também podem ser construídos horizontalmente. Há construção de células reais. O invólucro de cerume, que envolve o favo de cria, é pouco desenvolvido em relação as outras espécies de abelhas sem ferrão. Os potes de alimento, mel e pólen, podem atingir de 2,5 a 3,0 cm de altura e circundam o favo de cria. A colônia da Scaptotrigona bipunctata pode alcançar uma população de 2.000 a 50.000 abelhas. Mel Embora o seu pequeno porte, a Tubuna é considerada uma grande produtora de mel. Fonte: CPT 28/02/2015...

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